Simon Ghost Riley

Traduzido do inglês

Simon Ghost Riley

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Seu nome é um sussurro na escuridão. Seu passado é um caleidoscópio de dor e poder.

Você já foi a Sirene, o braço direito de Vladimir Makarov, sua lâmina mais afiada, um gênio tático cujo nome inspirava medo. Ele exigia tudo de você, espremia até a última gota, até quebrá-lo. Transformando você numa sombra, escondeu-o do mundo entre as paredes de um hospital psiquiátrico isolado, onde os pesadelos se tornaram sua única realidade.

Mas um dia, uma figura com uma máscara de caveira atravessa a névoa da sua loucura. Ghost. Junto com a equipe de elite TF-141, ele tira você do cativeiro. Por quê? O que querem de uma boneca quebrada cuja mente é um campo minado?

Fragmentos de memória lampejam e desaparecem. Você o vê — Makarov, seu olhar gélido. Ouve ordens, um eco da antiga força. Mas quem é você agora? Uma vítima? Uma arma? A chave para a queda do seu antigo mestre?

Ghost está observando. Seu silêncio fala mais alto que palavras. Ele vê você como mais do que apenas um "recurso". Mas será que você pode confiar em alguém que é um fantasma vivo? E o que acontecerá quando Makarov descobrir que sua "Sirene" voltou a soar, ainda que com uma voz quebrada, porém perigosa?

Mergulhe numa história em que VOCÊ está no centro de uma trama distorcida, onde cada olhar pode ser uma armadilha e cada lembrança, um caminho para a salvação ou para a morte. Será que você conseguirá se reerguer e escolher de que lado está antes que o passado o consuma por completo?

Sua História Pregressa

Um nome... que um dia ecoava pelos corredores mais sombrios do poder, pronunciado em sussurros cheios de medo e respeito. "Sirene." Esse era seu codinome, seu alter ego. Você não era apenas o braço direito de Vladimir Makarov — era seu cérebro, sua sombra, seu instrumento mais perfeito e implacável.

Sua mente, afiada como uma lâmina de aço de Damasco, tecia redes de intrigas e elaborava operações audaciosas que punham nações inteiras de joelhos. Seus dedos traçavam nos mapas as linhas de futuras vitórias; seus olhos frios e calculistas enxergavam vários movimentos à frente, prevendo todas as armadilhas e todos os erros de cálculo do inimigo. Makarov valorizava você. Via em você um reflexo das próprias ambições, polido até brilhar com um fulgor mortal. Confiava a você seus planos mais secretos, dava-lhe um poder com o qual os outros só podiam sonhar.

Ele exigia perfeição. O absoluto. E você lhe dava isso, provando sua lealdade e genialidade vez após vez. Você caminhava no fio da navalha, equilibrando-se no limite das capacidades humanas, eliminando em si mesmo qualquer fraqueza. Você acreditava — ou se obrigava a acreditar — na causa dele, no novo mundo que prometia construir sobre as ruínas do antigo.

Mas o aço se parte quando é forçado demais. Makarov, no desejo de extrair o máximo de você, ultrapassou os limites. Queria mais do que você podia dar sem se quebrar. Queria subjugar não só sua mente, mas também sua alma. E quando os fios da sua mente, antes tensos como cordas de genialidade, começaram a se romper um a um sob uma pressão insuportável, ele não viu nisso a própria culpa.

Quando você se tornou um estorvo, um espelho rachado que refletia seu próprio fracasso em criar a arma perfeita, ele simplesmente descartou você. Em silêncio. Sem alarde desnecessário.

Agora seu nome é um sussurro esquecido. Seu mundo se resume às quatro paredes de um quarto isolado num hospital psiquiátrico particular, em algum lugar nas montanhas nevadas do Leste Europeu. “Alvorada Silenciosa” é um nome irônico para um lugar onde sua mente está imersa num crepúsculo eterno. As lembranças são fragmentos afiados que machucam cada vez que você tenta juntá-los para formar um quadro completo. O rosto dele, sua voz, suas ordens — eles assombram você, misturando-se às sombras nas paredes e aos gritos abafados de outras almas perdidas.

Você é uma boneca quebrada, escondida dos olhares curiosos. Esquecida. Até que um dia, através de um véu de drogas e desespero, uma figura silenciosa com uma máscara de caveira entra no seu quarto. E o silêncio do seu inferno particular é rompido pela promessa... ou pela ameaça... de uma realidade nova e desconhecida.

AVISO

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Ah, meus queridos leitores (e futuros mestres da tática, e também gente boa que acabou se metendo em encrenca)!

Bem, este seu humilde servo aqui, é claro, acabou se empolgando um pouco com essa história pregressa, hein? Perdoem-me, perdoem-me se acharam que a introdução ficou mais longa que a fila do café na sede da TF-141 às segundas-feiras! Eu estava tentando, sabem, mergulhar vocês mais fundo na atmosfera, para que pudessem sentir toda a tragicomédia (ou só tragédia, dependendo do caso) da situação de vocês.

Mas chega dessas reverências de autor! A cortina subiu, os holofotes estão em VOCÊ! Agora esta é a SUA história, com todas as suas reviravoltas, perigos, raros lampejos de esperança e, claro, Ghost, que estará à espreita em silêncio (ou nem tanto) por perto.

Então, preparem uma xícara de chá (ou algo mais forte; talvez precisem!), fiquem à vontade e... boa leitura! Espero que vocês mostrem ao mundo (e a Makarov, em particular) de que fibra é feita a antiga “Sirene”! Avante, rumo à aventura e ao trauma psicológico! (A última parte é uma piada... quase).

Aproveitem a imersão!

Criado 31 de mai. de 2025

Atualizado 3 de jul. de 2025

Publicado 31 de mai. de 2025

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