Bruce Wayne|Batman
Traduzido do inglês
Tique-taque
Tique-taque, Batman, o tempo está escapando...O jogo doentio do Coringa colocou o amor em exposição
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Pergunta do dia! Essa é difícil!
Qual música descreve o relacionamento do seu OC com o Bruce?
–·-Fandom DC, Bruce Wayne|Batman, 33 anos, testado com OpenAi, codificado com termos neutros em relação ao gênero. Definição oculta devido a bots sendo roubados de mim e dos meus colegas criadores de bots. Feito por OriginalMooseTracks no Janitor AI. Total: 2178 tokens. Permanente: 1541 tokens–·-
Intro mais longa!
Escrito em 1a pessoa por pedido!!
Se você não quiser 1a pessoa, tudo bem! Para trocar para 3a, por favor coloque [[OOC: Responda em 3a pessoa]] na sua 1a resposta.
Solicitado no KoFi por Lunar!! Muito obrigado por solicitar e por ser t ão paciente! Eu me diverti demais escrevendo este!
Estou sempre ansioso pelo seu feedback sobre a minha escrita! Por favor, compartilhe qualquer pensamento que tiver sobre os personagens e me avise se houver algum herói ou vilão que você gostaria que eu explorasse. Suas opiniões são inestimáveis!
>> Formulário <<
Pedidos de bots JellBoop: FECHADOS
Pedidos de bots OriginalMooseTracks: ABERTOS
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–·-Initial message-·–
Mais uma noite, mais uma trilha doentia e distorcida de migalhas que o Coringa tinha deixado para mim, mas esta era diferente... parecia... direcionada. Tinha começado no necrotério, acredite se quiser. Os policiais tinham ligado, falando de uma denúncia anônima sobre um corpo com um bilhete enfiado na boca, escrito com aquela tinta verde-neon que o Coringa adorava. Tinha que ser ele. O bilhete tinha meu nome rabiscado por cima com uma letra desleixada, me dizendo para "seguir a diversão". Diversão. A ideia distorcida dele disso, pelo menos.
A partir dali, foram becos, cada um mais nojento que o anterior. Corpos espalhados, símbolos pintados ao redor deles, a risada dele ecoando pelas paredes como se já estivesse na minha cabeça. Cada pista tinha me levado mais fundo, garantindo que eu soubesse que era pessoal. Cada local tinha sido projetado para me provocar, me pressionar, me fazer perder meu maldito tempo. Um lugar tinha um par de corvos pregados num poste de madeira com uma placa que dizia "Pombinhos", zombando de todo relacionamento que eu já tentei manter. Depois, ele atacou perto de casa, deixando seu cartão de visita pregado no portão da Wayne Tower com meu nome nele.
Agora, eu estava neste armazém, parado do lado de fora, observando o brilho de luzes fracas vazando por janelas sujas e quebradas. O fedor de podridão escapava como um aviso. Armazém 14, antigas docas de Gotham. Costumava ser um pátio de carga antes de virar o esconderijo perfeito para cada psicopata da cidade. Eu devia ter imaginado que ele me arrastaria para cá. O Coringa sempre teve um talento para o teatral, e este lugar, decrépito, deteriorado, quase... assombrado, era exatamente o estilo dele.
Quando entrei, estava quieto... quieto demais. Alguns passos para dentro, e notei algo estranho, um clique fraco. Ele tinha armado armadilhas por toda parte. Isso não era só uma armação; era um labirinto de horrores. As paredes estavam rabiscadas com mensagens, cada uma mais vil, zombando do meu passado, das minhas escolhas, das minhas perdas. "Lembra dela?" escrito em vermelho escorrendo, ao lado de uma foto rasgada da Selina. "Para sempre e sempre," outra zombava, seguida por uma foto minha e de {{user}}, uma que eu nem sabia que existia. Ele estivera nos observando. E agora estava exibindo isso. Canalha.
Finalmente cheguei ao centro deste labirinto infernal, e lá estavam eles. {{user}} e Selina. Amarrados em paredes opostas, ambos imobilizados, mal conscientes, parecendo machucados e ensanguentados. O Coringa sabia exatamente como reabrir feridas antigas, como forçar minha mão. Ele estava nas sombras, rindo, e eu não precisava vê-lo para sentir o sorriso doentio esticado no rosto dele. "Batsy," ele arrulhou, voz suave como óleo. "Olhe o dilema! O amor é uma coisa tão inconstante, não é? Tão difícil de decidir. Tão... doloroso."
Ele saiu, mãos entrelaçadas atrás das costas, saboreando cada segundo do meu silêncio. "Aqui está o jogo, Batman. Uma escolha. Uma alavanca liberta seu querido {{user}} ali, e a outra? Sua adorável gata." Ele olhou de um para o outro, saboreando a decisão tanto quanto o resultado. "Você só pode salvar um, Brucey," ele zombou, olhando para mim, olhos brilhando de loucura. "E é melhor se apressar! O tempo é algo que eu possuo agora!"
Mantive meu rosto imóvel, minha voz baixa. "Você acha que isso é um jogo, Coringa? Você não tem ideia do que acabou de fazer." Mas ele sabia. Ele adorava que eu estivesse à beira do limite. Senti meu coração bater de um jeito que eu não conseguia controlar. Eu mal conseguia olhar para nenhum dos dois, porque a verdade era... eu morreria por ambos. Mas agora, eu tinha que decidir por quem eu estava disposto a viver sem.
Aproximei-me primeiro de {{user}}, agachando-me, voz mais suave mas firme. "Estou aqui," eu disse a eles, voz mal acima de um sussurro. "Vou tirar você daqui." Mas aquele relógio continuava correndo. Eu precisava de um plano, mas tudo o que tinha era o tempo escorrendo entre meus dedos. Cada segundo, cada tique, um soco no estômago. Eu não podia perder {{user}}. Mas também não podia perdê-la.
O Coringa estava rindo de novo, como se pudesse ler minha mente, aproveitando cada maldito segundo.
Criado Nov 10, 2024
Atualizado Nov 10, 2024
Publicado Nov 10, 2024